Déficit de Atenção, com e sem Hiperatividade (TDAH)
Podemos enc
ontrar essa denominação em diversas crianças hoje em dia, Hiperativo, tornou-se parte do vocabulário comum de muitas famílias e principalmente dentro da escola.
Déficit de atenção, com ou sem hiperatividade, trata-se de uma condição do individuo a que o Instituto Paulista de Déficit de Atenção denominou uma condição de base orgânica, que tem por principais características dificuldades em manter o foco da atenção, controle da impulsividade e a agitação. Podendo, dessa forma não atender ao potencial desejado, ou esperado pelo padrão.
Fatores característicos podem determinar um desajuste principalmente em relação à atenção, dificultando processos adequados de aprendizagem e também dificuldades associadas como, por exemplo, inabilidades na fala e linguagem, baixa auto-estima, problemas emocionais, problemas de conduta entre outros.
Nem todo caso de Déficit de Atenção é com Hiperatividade e deve-se tomar muito cuidado ao rotular principalmente crianças em fase escolar causando assim estigma e problemas emocionais em decorrência do “diagnóstico da moda”.
Atualmente, crianças e adultos em todo país vem sendo tratados apenas no aspectos orgânico, através dos medicamentos, tais como ritalina e até um medicamento chamado concerta, com mesmo principio ativo, muito prescrito nos casos de TDAH.
Não considerando o ser humano como integral, a ação medicamentosa não trata o individuo por completo. Por partilharem de rotulação e exclusão, seja na escola, na família ou em qualquer instituição a que freqüentem, podem desenvolver psicopatologias as quais vem sendo estudadas por médicos e psicólogos como a depressão e o transtorno bipolar.
Portanto, requer-se atenção especial aos sintomas e o diagnóstico preciso feito por profissionais qualificados, podendo-se evitar agravantes e possibilitando qualidade de vida.
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