quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sonhos - Instrumento para evolução

Os sonhos sempre intrigaram a humanidade. Seus significados angustiam muitas pessoas que recorrem à psicoterapia para a análise das figuras simbólicas dos sonhos e as sensações causadas por eles.

Muitas pessoas dizem não recordar dos sonhos, outras têm pesadelos constantes e outras acordam com sensações não comuns a suas condutas diárias.

Sonhos freqüentes, que têm continuidade, que sentimo-nos cair, onde somos perseguidos, que estamos sempre correndo, com familiares desencarnados, premonitórios e os mais variados “pesadelos”, fazem dos sonhos, um material inquietante de pesquisas constantes em torno deste assunto, não apenas pela psicologia como outras tantas ciências ou ideologias como a neurologia e algumas religiões.

Dentro da Psicanálise, cujo fundador Sigmund Freud, pôde estudar e concluir que ao analisar os sonhos, eram trazidos à consciência de maneira figurada, conteúdos inconscientes que todos nós temos. Dessa forma, demonstrando que os sonhos têm significados e são passíveis de interpretação.

Carl Gustav Jung, fundador da Psicologia Analítica, acrescenta ao nosso conhecimento que os sonhos contêm material imerso no inconsciente e que se traduzido pode ser importantes para o ajuste da evolução individual do sonhador.

Material onírico (dos sonhos) deve têm por objetivo trazer a toma conteúdos em que podem ser observados, tendências, dificuldades, cargas emocionais acumuladas e desejos e fantasias, além disso, o intuito maior da análise do sonho é para o progresso e não para se obter mérito em jogos de azar, prejuízos ao sonhador e a outros.

Portanto, os sonhos tratam-se de uma produção humana de caráter psíquico que pode ser investigado por especialistas e que muito podem contribuir no desenvolvimento do homem.

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