
“A infância vive a realidade da única forma honesta, que é
tomando-a como uma fantasia.” Bessa-Luís
Estamos atualmente controlados pelo tempo. Temos agenda e celulares além dos tradicionais relógios para nos lembrar de nossos compromissos e obrigações. Entramos em uma estado constante de “coelho da Alice no país das Maravilhas”, ou seja, sempre com pressa. Este estado não nos permite muitas vezes que olhemos com o devido cuidado e afeição para o desenvolvimento da criança, que a todo o momento e
stá se desenvolvendo e necessitando de atenção e proteção que farão com que crianças venham a se transformarem em adultos equilibrados, saudáveis emocionalmente e proativos em seus ambientes.
A infância é o período em que as crianças podem ser moldadas e devem ser observadas atentamente por pais, familiares ou cuidadores, responsáveis pela criança, visto que como relatou Sigmund Freud, os instintos e tendências presentes em todos os seres humanos estão latentes no período da infância e precisam ser amenizados ou intensificados atentando-se ao equilíbrio e bem- estar.
Essa observação criteriosa dos desejos ou tendências vigentes principalmente na infância pode ser observada através do jogo, da brincadeira, ou seja, através do lúdico. Para se ter acesso a conteúdos “problemas” da criança deve-se observar o seu brincar, pois através do brincar a criança projeta seus medos, dores, dificuldades como expressão mais simples e completa de seu interior. Assim como a dificuldade da criança em brincar pode demonstrar situações neuróticas preexistentes, e que necessitam do acompanhamento adequado.
Portanto, o olhar diferenciado á infância pode-se favorecer o crescimento psicoemocional de crianças, observando suas necessidades, acompanhado do amor e afeto.
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